Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PODE

Carlinhos

Carlos Schneider · nasceu em 1963

Carlinhos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSD2024PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PSD (2012), PODE (2024).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDBPSDPODE’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Turvo (PR)
    PODE 55· direita
    Na chapa de Marcos Seguro
    chapa eleita4.332 votos da chapa, 44,7%
  2. 2012
    Vice-prefeito · Turvo (PR)
    PSD 55· direita
    Na chapa de Marcos Seguro
    chapa eleita4.455 votos da chapa, 47,3%
  3. 2008
    Vice-prefeito · Turvo (PR)
    PSDB 33· centro-direita· na urna, Carlinhos Schneider
    Na chapa de Marcos Seguro
    chapa eleita4.080 votos da chapa, 45,8%
  4. 2004
    Vereador · Turvo (PR)
    PSDB 45678· centro-direita· na urna, Carlinho
    eleito314 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Carlinhos declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 2,2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 2,3 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.108.600 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 2,3 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Carlinhos declarou ao TSE R$ 9,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Turvo (PR) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 9.774
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 9.767
O maior gasto foi com transporte: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.767. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impresso1 pessoas, não nomeadasR$ 1.20912,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Turvo (PR), 2004

Carlinho: R$ 31,1 por voto (mediana da disputa, R$ 43,7). Quem venceu, Ze Meira, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 18,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.