Apuração
Prefeito · 2004 · PT

Carlinhos

Carlos Carboni · nasceu em 1965

Carlinhos disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Capanema (PR)), pelo PT: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPT2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 39 anos, superior incompleto, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Capanema (PR)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito5.130 votos, 49,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Carlinhos declarou ao TSE R$ 239 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Capanema (PR) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 238,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 39 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 238,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas39 pessoas, não nomeadasR$ 107,7 mil45,1%
  2. PartidoR$ 7.4483,1%
  3. Próprio bolsoR$ 5.3762,2%

Para onde foi

R$ 238,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 238,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 9.4484%
  2. ServiçosR$ 4.6922%
  3. PesquisasR$ 3.2581,4%

Votos por real

  • 2004, prefeito: 21 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.