Carlinho da Padaria
Carlos Roberto Rodrigues · nasceu em 1964
Carlinho da Padaria se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 4 partidos: PSDB (2004), PSL (2008), PT (2012), PODE (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, ensino médio, padeiro, confeiteiro e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlinho da Padaria declarou R$ 225,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 157,1 mil acima da inflação.
Declarou 8,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Carlinho da PadariaR$ 225,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imóvel com respectivo terrenoR$ 110,9 milOutros bens imóveis
- CasaR$ 97,8 milCasa
- Dinheiro em espécieR$ 13,3 milDinheiro em espécie
- Saldo em conta bancariaR$ 3.504Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Carlinho da Padaria declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Varginha (MG) · PODE · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 4.10135%
- PessoasR$ 3.09326,4%
- Outros candidatosR$ 2.44020,8%
- Próprio bolsoR$ 2.10017,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.96953,5%
- PessoalR$ 4.10744,2%
- InternetR$ 2192,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Varginha (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 76 por voto. Quem venceu, Thulyo Paiva, gastou R$ 21,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 429; o mais barato, R$ 21,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paula Viana PODER$ 44 mil · 102 votosR$ 429
- Nilza Da Cozinha PTR$ 46 mil · 238 votosR$ 193
- Professor Thales Alegro PTR$ 43 mil · 330 votosR$ 130
- William Do Skate PC do BR$ 35 mil · 338 votosR$ 103
- Professora Mônica Cardoso PC do BR$ 71 mil · 790 votosR$ 90
- Margot Shukuri PTR$ 51 mil · 629 votosR$ 81,2
- Amanda Caixeta PSDR$ 55 mil · 719 votosR$ 76
- Zilda Silva PPR$ 30 mil · 724 votosR$ 41,5
- Dudu Ottoni AVANTER$ 36 mil · 1.315 votosR$ 27,6
- Rogério Bueno PVR$ 25 mil · 945 votosR$ 26,1
- Zé Morais AVANTER$ 21 mil · 922 votosR$ 23
- Thulyo Paiva UNIÃOR$ 22 mil · 995 votosR$ 21,8
Votos por real
- 2024, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 760 votos por R$ 1.000, 9,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 221 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.