Apuração
Vereador · 2016 · PT

Carlinho Cabeludo

Jose Carlos da Silva · nasceu em 1960

Carlinho Cabeludo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PC do B2008PSDB2012PSB2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PC do B (2004), PSDB (2008), PSB (2012), PT (2016).

VereadorPartidoPC do BPSDBPSBPT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Itaberá (SP)
    PT 13125· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Itaberá (SP)
    PSB 40125· centro-esquerda
    não eleito
  3. 2008
    Vereador · Itaberá (SP)
    PSDB 45125· centro-direita
    suplente203 votos
  4. 2004
    Vereador · Itaberá (SP)
    PC do B 65125· esquerda
    suplente207 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carlinho Cabeludo declarou R$ 822,9 mil em bens, em reais de hoje: 35 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 423,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 822,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 506.500 na declaração)

Declarou 35 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Carlinho CabeludoR$ 822,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 822,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlinho Cabeludo declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Itaberá (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 2.008
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.008.
  1. Próprio bolsoR$ 1.60880,1%
  2. PartidoR$ 31915,9%
  3. PessoasR$ 814%

Para onde foi

R$ 2.008
O maior gasto foi com serviços: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.008.
  1. ServiçosR$ 1.29564,5%
  2. Material impressoR$ 52826,3%
  3. TransporteR$ 1216%
  4. EventosR$ 633,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Itaberá (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 43,5 por voto. Quem venceu, Diogo Barreira, gastou R$ 5,54 por voto. O voto mais caro custou R$ 240; o mais barato, R$ 5,54.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Allan Do Wartão SOLIDARIEDADER$ 5 mil · 21 votosR$ 240
  • Monica Maia MDBR$ 3,2 mil · 16 votosR$ 199
  • Chico Coelho PSDBR$ 4,5 mil · 81 votosR$ 55,7
  • Ricardo Arias PDTR$ 2,5 mil · 48 votosR$ 52,7
  • Rafael Serrinha PTR$ 3,1 mil · 59 votosR$ 52,4
  • Serginho Goes SOLIDARIEDADER$ 2,5 mil · 54 votosR$ 46
  • Ze Do Leite PTR$ 2,8 mil · 64 votosR$ 43,5
  • Eduardo Silva PTR$ 2,9 mil · 129 votosR$ 22,5
  • Pedrão Quarentem PPR$ 4,4 mil · 313 votosR$ 14,1
  • Odair Mota PSDBR$ 3,2 mil · 263 votosR$ 12,3
  • Juninho Do Gam PSDBR$ 2,4 mil · 278 votosR$ 8,56
  • Diogo Barreira PLR$ 3,2 mil · 586 votosR$ 5,54

Votos por real

  • 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.