Carlindo Junior
Carlindo de Souza Dantas Junior · nasceu em 1964
Carlindo Junior se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlindo Junior declarou R$ 788,9 mil em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2012.
- Carlindo JuniorR$ 788,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 24,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Uma casa sito a avenida coronel martinianoR$ 186,3 milPrédio residencial
- Uma propriedade ruralR$ 175,3 milTerra nua
- Uma casa sito a rua otavio lamartineR$ 153,4 milPrédio residencial
- Uma propriedade rural denominada sitio riacho da serraR$ 109,6 milTerra nua
- Uma casa sito a rua apodiR$ 109,6 milPrédio residencial
- Um veiculo tipo fiat / palio 2010R$ 43,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto honda brosR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlindo Junior declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · São João do Sabugi (RN) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.22448,6%
- Próprio bolsoR$ 3.32738,2%
- Outros candidatosR$ 1.14813,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.50074,7%
- Material impressoR$ 1.28914,8%
- ServiçosR$ 5856,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3253,7%
Quanto custou cada voto: vereador, São João do Sabugi (RN), 2012
Mediana da disputa: R$ 50,6 por voto. Quem venceu, Alcides Carneiro, gastou R$ 32,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,7; o mais barato, R$ 32,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Thayse Mara PLR$ 10 mil · 116 votosR$ 88,7
- Reginaldo Da Besta DEMR$ 13 mil · 147 votosR$ 87
- Tete De Chico Galvão DEMR$ 13 mil · 144 votosR$ 87
- River De Tuca MDBR$ 12 mil · 172 votosR$ 71,9
- Bira PSBR$ 8,9 mil · 142 votosR$ 62,7
- Marcilio De Bembem MDBR$ 17 mil · 324 votosR$ 53,9
- Batista Do Posto DEMR$ 13 mil · 263 votosR$ 50,6
- Aprigio MDBR$ 15 mil · 332 votosR$ 46,1
- Yuri MDBR$ 13 mil · 335 votosR$ 40
- Didi De Zacarias MDBR$ 15 mil · 394 votosR$ 38,9
- Rutenio DEMR$ 10 mil · 295 votosR$ 34,2
- Alcides Carneiro DEMR$ 9,1 mil · 282 votosR$ 32,3
Votos por real
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.