Apuração
Vereador · 2008 · PSC

Carlim Pretim

Carlos Humberto Custodio · nasceu em 1957

Carlim Pretim disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Restinga (SP)), pelo PSC: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSC2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Restinga (SP)
    PSC 20123· direita
    eleito214 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlim Pretim declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Carlim PretimR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Carlim Pretim declarou ao TSE R$ 865 em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Restinga (SP) · PSC · eleito

De onde veio

R$ 865
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 865.
  1. Próprio bolsoR$ 53561,9%
  2. Outros candidatosTudo de Clarindo FerracioliR$ 32938,1%

Para onde foi

R$ 865
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 865.
  1. Material impressoTudo de Flash Indústria E Comércio De Painéis Ltda. - MeR$ 40246,4%
  2. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 10004381000130R$ 32938,1%
  3. Rádio, TV e vídeoTudo de Mário César Pereira - MeR$ 13415,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Restinga (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 12,6 por voto. Quem venceu, Truvão, gastou R$ 4,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,7; o mais barato, R$ 4,57.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maurinho Da Boa Sorte PSBR$ 3 mil · 37 votosR$ 79,7
  • Tonhão MDBR$ 3 mil · 101 votosR$ 30
  • Peroba DEMR$ 1,5 mil · 69 votosR$ 22,4
  • Fernando Costa PSBR$ 4 mil · 234 votosR$ 17,1
  • Dr. Wellington PSDBR$ 5,9 mil · 363 votosR$ 16,3
  • Dim PSBR$ 2,7 mil · 172 votosR$ 15,4
  • Leonardo Pm CIDADANIAR$ 1,6 mil · 124 votosR$ 12,6
  • José Maria DEMR$ 1,5 mil · 123 votosR$ 12,5
  • Luis Carlos PSCR$ 2,1 mil · 208 votosR$ 10
  • Magrao PTBR$ 1,9 mil · 226 votosR$ 8,38
  • Cleiton PSDBR$ 1,9 mil · 265 votosR$ 7,09
  • Truvão PTBR$ 1,7 mil · 375 votosR$ 4,57

Votos por real

  • 2008, vereador: 214 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.