Carlim Boia Fria
Carlos Alberto Mendes Araújo · nasceu em 1967
Carlim Boia Fria se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlim Boia Fria declarou R$ 81,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 49,4 mil acima da inflação.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Carlim Boia FriaR$ 81,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlim Boia Fria declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Guarda-Mor (MG) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.26469,6%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 99130,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Guarda-Mor (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Alaor Ferreira, gastou R$ 9,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,6; o mais barato, R$ 9,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra Polyane Fraga PLR$ 3,9 mil · 46 votosR$ 84,6
- Walterson Alves MDBR$ 4,9 mil · 70 votosR$ 70
- Erivelto Garcia PLR$ 7,2 mil · 103 votosR$ 69,8
- Gilsinho Do Edmundo PSDBR$ 5,6 mil · 105 votosR$ 53,6
- Neide Rodrigues PSDBR$ 3,9 mil · 135 votosR$ 28,6
- Zé Antonio PLR$ 2,8 mil · 101 votosR$ 28
- Arnaldo Xavier PSDBR$ 2,8 mil · 112 votosR$ 25,3
- Rondi Carvalho PSLR$ 2,2 mil · 95 votosR$ 22,6
- Igor Buriti PSDBR$ 3,3 mil · 155 votosR$ 21,5
- Gilmar Antonio PLR$ 6,1 mil · 329 votosR$ 18,4
- Zé Ranulfo PLR$ 2,4 mil · 135 votosR$ 17,8
- Alaor Ferreira PLR$ 2,9 mil · 299 votosR$ 9,77
Votos por real
- 2020, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.