Carlão Schumacher
Antonio Carlos Schumacher · nasceu em 1966
Carlão Schumacher se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Monte Carlo (SC)PSDB 45818· centro-direita· na urna, Antonio Carlos Schumachereleito303 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlão Schumacher declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Carlão SchumacherR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Terreno rural na localidade de butiazinhoR$ 812,3 milTerreno rural
- 2 Terrenos urbanos na rua florêncio ribeiroR$ 324,9 milTerreno
- Casa e terreno urbano com 600M2R$ 324,9 milCasa
- Terreno rural no município de tangaráR$ 324,9 milTerreno rural
- Vw/fox 2010R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valores em espécieR$ 12,7 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlão Schumacher declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Monte Carlo (SC) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.82361,7%
- Próprio bolsoR$ 1.13338,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.68657,2%
- OutrosR$ 1.06136%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1153,9%
- Material impressoR$ 873%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Carlo (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 33,3 por voto. Quem venceu, Pescoço, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Da Luz PSDBR$ 4,3 mil · 38 votosR$ 113
- Solange Da Imasa PSDR$ 4,7 mil · 49 votosR$ 95,9
- Prof. Clarice MDBR$ 4,8 mil · 92 votosR$ 52,5
- Batista Cruz MDBR$ 4,4 mil · 85 votosR$ 52
- Elizabete Maziero PSDBR$ 4,4 mil · 97 votosR$ 45,4
- Oravio Cordeiro Pica-Pau PC do BR$ 5,7 mil · 167 votosR$ 33,8
- Pontes PSDBR$ 6,5 mil · 194 votosR$ 33,3
- Joel Vacariano PPR$ 4,9 mil · 211 votosR$ 23,2
- Taidinho MDBR$ 4,7 mil · 210 votosR$ 22,6
- Passarinho PSDR$ 4,7 mil · 260 votosR$ 17,9
- Thais Camile Frozza PSDBR$ 4,3 mil · 321 votosR$ 13,5
- Pescoço PSDBR$ 4,9 mil · 382 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.