Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Carlão do Espigão

Carlos Roberto Amaral · nasceu em 1953

Carlão do Espigão se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSDB 45123· centro-direita
    suplente269 votos
  2. 2008
    PSDB 45123· centro-direita· na urna, Carlão
    suplente316 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Carlão do Espigão declarou R$ 241 mil em bens, em reais de hoje: 7,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 19,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 241 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 110.000 na declaração)

Declarou 7,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Carlão do EspigãoR$ 241 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 241 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlão do Espigão declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 744.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Regente Feijó (SP) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 552
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 552
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Regente Feijó (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 20,6 por voto. Quem venceu, Ferrari, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,5; o mais barato, R$ 10,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 269 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 316 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.