Carlão do Espigão
Carlos Roberto Amaral · nasceu em 1953
Carlão do Espigão se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlão do Espigão declarou R$ 241 mil em bens, em reais de hoje: 7,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 19,9 mil acima da inflação.
Declarou 7,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Carlão do EspigãoR$ 241 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlão do Espigão declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 744.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Regente Feijó (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Regente Feijó (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 20,6 por voto. Quem venceu, Ferrari, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,5; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edilson Eletrecista PDTR$ 11 mil · 289 votosR$ 39,5
- Ilcemir Do Hospital PSBR$ 16 mil · 436 votosR$ 36,5
- Tonão PDTR$ 14 mil · 480 votosR$ 29,3
- Alieson Francisquini PPR$ 2,5 mil · 98 votosR$ 25,9
- Guilherme Guimarães PSDR$ 5,7 mil · 259 votosR$ 22
- Netão PSDBR$ 8,6 mil · 400 votosR$ 21,5
- Guilherme Rocha PDTR$ 20 mil · 971 votosR$ 20,6
- Alcidão O Amigo De Sempre PSDBR$ 8,1 mil · 397 votosR$ 20,4
- Sueli Do Centro De Saúde PSDR$ 3,9 mil · 269 votosR$ 14,6
- Betão MDBR$ 5,3 mil · 385 votosR$ 13,8
- Ceolin Do Transporte Escolar PDTR$ 3,1 mil · 273 votosR$ 11,4
- Ferrari PTBR$ 4,9 mil · 474 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2012, vereador: 269 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 316 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.