Apuração
Deputado estadual · 2010 · REPUBLICANOS

Carlão de Oliveira

Jose Carlos de Oliveira · nasceu em 1954

Carlão de Oliveira se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2010REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Passou por 2 partidos: DEM (2002), REPUBLICANOS (2010).

Dep. estadualPartidoDEMREPUBLICANOS20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 55 anos, ensino médio, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Rondônia
    REPUBLICANOS 10140· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2002
    Deputado estadual · Rondônia
    DEM 25140· direita· na urna, Carlão
    eleito10.222 votos; 4º mais votado de 327 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlão de Oliveira teve 10.222 votos para deputado estadual, 1,6% dos votos válidos do estado: 4º lugar entre 327 candidatos.

Recebeu votos em 47 cidades. Alta Floresta D'oeste deu 38,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.

10.222 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 10.222 votos.
  1. Alta Floresta D'oeste (RO)3.911 votos38,3%
  2. Porto Velho (RO)1.140 votos11,2%
  3. Alto Alegre dos Parecis (RO)689 votos6,7%
  4. Santa Luzia D'oeste (RO)589 votos5,8%
  5. Corumbiara (RO)422 votos4,1%
  6. Outras 32 cidades738 votos7,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Carlão de Oliveira declarou R$ 6,5 mi em bens, em reais de hoje: 52 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.

R$ 6,5 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.618.877 na declaração)

Declarou 52 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Rondônia em 2010.

  • Carlão de OliveiraR$ 6,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 123,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 6,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 16 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Compra da fazenda vaca brancaR$ 2,5 mi
    Outros bens imóveis rural
  2. Lote de terra rural na gleba caracolem pvhR$ 856,5 mil
    Outros bens imóveis rural
  3. Casa em alvenaria rua matricha pvhR$ 645,4 mil
    Casa
  4. Fazenda parana em alta florestaR$ 519,3 mil
    Outros bens imóveis rural
  5. Lote urbano em pvhR$ 321,5 mil
    Outros bens imóveis
  6. Camioneta L200R$ 289 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. 05 Lotes rurais em pvhR$ 249,7 mil
    Outros bens imóveis rural
  8. Imovel tipo residencia em alta floretaR$ 247,3 mil
    Prédio residencial
  9. Pagero 2000R$ 210,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Area rural na BR 364 em pvhR$ 197,8 mil
    Outros bens imóveis rural
  11. Lote ruralR$ 148,4 mil
    Outros bens imóveis rural
  12. 03 Lotes rural em jacy paranaR$ 148,4 mil
    Outros bens imóveis rural
  13. Hilux sw 2006R$ 103,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  14. Area rural em pvhR$ 24,7 mil
    Outros bens imóveis rural
  15. Agropecuaria laranjeirasR$ 2.698
    Outras participações societárias
  16. MS construções LTDAR$ 1.620
    Outras participações societárias

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Carlão de Oliveira declarou ao TSE R$ 415 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado estadual · Rondônia · DEM · eleito

De onde veio

R$ 414,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 414,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 383,7 mil92,5%

Para onde foi

R$ 414,9 mil
O maior gasto foi com escritório: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 414,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 18,5 mil4,5%
  2. PessoalR$ 2.3810,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rondônia, 2002

Carlão: R$ 40,6 por voto (mediana da disputa, R$ 48,8). Quem venceu, Maurão De Carvalho, gastou R$ 26,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 26,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.