Carlão da Saúde
Francisco Carlos de Jesus · nasceu em 1969
Carlão da Saúde se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PSDB (2004), REPUBLICANOS (2008), PL (2012–2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, servidor público municipal, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlão da Saúde declarou R$ 285,9 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 250,8 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Carlão da SaúdeR$ 285,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa residencial situada à rua josé torres filhoR$ 258,6 milCasa
- Um veículo automotorR$ 12,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma motocicleta bros 160R$ 11,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma carreta reboqueR$ 2.873Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlão da Saúde declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Lavras (MG) · PL · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.09750,5%
- Próprio bolsoR$ 1.08526,1%
- PessoasR$ 97223,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.16676,5%
- ServiçosR$ 97223,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Lavras (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,8 por voto. Quem venceu, João Paulo Felizardo, gastou R$ 8,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,5; o mais barato, R$ 8,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Hilton Reis CIDADANIAR$ 22 mil · 281 votosR$ 78,5
- Doutor Cleber MOBILIZAR$ 15 mil · 209 votosR$ 73
- José Henrique PTBR$ 15 mil · 301 votosR$ 50,1
- Samir AVANTER$ 11 mil · 249 votosR$ 44,6
- Dr, Matusalem PSLR$ 21 mil · 615 votosR$ 34
- Marcelo Avila PSLR$ 11 mil · 390 votosR$ 27,4
- Cristiane Costa PSDR$ 16 mil · 632 votosR$ 24,8
- Prof Luiz Antônio Chacrinha PSDR$ 12 mil · 550 votosR$ 21,3
- Anderson Garçom PVR$ 19 mil · 921 votosR$ 20,4
- Professor Carlos Lindomar PSLR$ 13 mil · 796 votosR$ 16,4
- Possato DCR$ 12 mil · 735 votosR$ 15,7
- João Paulo Felizardo PSDR$ 21 mil · 2.343 votosR$ 8,95
Votos por real
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 338 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.