Carlão da Van
Carlos Roberto Fernandes · nasceu em 1962
Carlão da Van se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), MOBILIZA (2008–2012), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012Vereador · Cotriguaçu (MT)MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Carlão da Ambulanciaeleito249 votos
- 2008Vereador · Cotriguaçu (MT)MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Carlão da Ambulancianão eleito217 votos
- 2004Vereador · Cotriguaçu (MT)PTB 14678· centro-direita· na urna, Carlão, Carlão da Toyotasuplente114 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlão da Van declarou R$ 219,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 91 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- Carlão da VanR$ 219,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlão da Van declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cotriguaçu (MT) · DEM · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 54349%
- PessoasR$ 28325,5%
- PartidoR$ 28325,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cotriguaçu (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 54,1 por voto. Quem venceu, Carlinhos Da Meia Quadra, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 321; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Elaine Cosmo PPR$ 4,2 mil · 13 votosR$ 321
- Ítala Maria PPR$ 4,2 mil · 19 votosR$ 223
- Lucia De Lima PDTR$ 2,1 mil · 13 votosR$ 163
- Claudio Riedel PTR$ 2,2 mil · 17 votosR$ 127
- Lucieda PPR$ 4,2 mil · 67 votosR$ 62,8
- Joao Kotrek PTR$ 4 mil · 69 votosR$ 57,9
- Adriano Da Gaucha PDTR$ 2,5 mil · 47 votosR$ 54,1
- Cleide Do Espetinho MDBR$ 3,6 mil · 91 votosR$ 39,6
- Jaqueline Do Mercado MDBR$ 6,4 mil · 182 votosR$ 35,4
- Fabi Enfermeira MDBR$ 4,9 mil · 238 votosR$ 20,4
- Adriane Enfermeira MDBR$ 5,9 mil · 295 votosR$ 20
- Carlinhos Da Meia Quadra MDBR$ 2,5 mil · 231 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2020, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 6,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.