Apuração
Vice-prefeito · 2020 · CIDADANIA

Carlão Barreirinho

Antonio Carlos Lemes · nasceu em 1965

Carlão Barreirinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PL2012PL2016PL2020CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Passou por 3 partidos: PSB (2004), PL (2008–2016), CIDADANIA (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSBPLCIDADANIA’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Delfim Moreira (MG)
    CIDADANIA 12· centro-direita
    Na chapa de Serginho Professor
    chapa não eleita707 votos da chapa, 14,0%
  2. 2016
    PL 22123· direita· na urna, Carlão
    não eleito217 votos
  3. 2012
    PL 22123· direita· na urna, Carlao
    eleito251 votos
  4. 2008
    PL 22123· direita· na urna, Carlao
    eleito240 votos
  5. 2004
    PSB 40500· centro-esquerda· na urna, Carlão
    eleito166 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Carlão Barreirinho declarou R$ 852,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 682,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 852,6 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 593.542 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 852,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Chacara com casa e laticinio 5.000 m2 no bairro…R$ 359,1 mil
    Casa rural
  2. Chacara com casa na zona rural 5.000 m2R$ 258,6 mil
    Casa rural
  3. Terreno na Zona Rural 5.800 m2R$ 158 mil
    Terreno rural
  4. Fiat Strada 1.4 ano 2012 cabine simplesR$ 31,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Fiat Uno Mille 1.0 Fire ano 2012 4 portasR$ 25,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Valor aplicado em RDBR$ 5.951
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  7. Poupança no banco itauR$ 5.887
    Poupança para construção ou aquisição de bem imóvel
  8. Um veiculo marca VW ano 1982R$ 4.309
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Moto Honda XLR 125 ano 2000R$ 4.022
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Quotas do CNPJ 25.804.287/00001-33R$ 1
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlão Barreirinho declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Delfim Moreira (MG) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 695
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 695.
  1. Outros candidatosR$ 65494,2%
  2. PessoasR$ 405,8%

Para onde foi

R$ 695
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 695.
  1. Material impressoR$ 41159,2%
  2. ServiçosR$ 28340,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Delfim Moreira (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 13,3 por voto. Quem venceu, Robinho Sene, gastou R$ 3,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 63; o mais barato, R$ 3,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Juliana PSDBR$ 693 · 11 votosR$ 63
  • Zezé Do Zé Padre PTBR$ 693 · 15 votosR$ 46,2
  • Isaac Elias PSDBR$ 693 · 16 votosR$ 43,3
  • Toninho Enfermeiro PSDBR$ 693 · 26 votosR$ 26,7
  • Silvia Do Darto PLR$ 693 · 31 votosR$ 22,4
  • Kazeli SOLIDARIEDADER$ 693 · 47 votosR$ 14,7
  • Serginho Eletricista PTR$ 1,6 mil · 118 votosR$ 13,3
  • Claudio Do Taquaral REPUBLICANOSR$ 1,2 mil · 95 votosR$ 12,7
  • Luciano Pintor SOLIDARIEDADER$ 693 · 60 votosR$ 11,6
  • Tuti REPUBLICANOSR$ 837 · 100 votosR$ 8,37
  • Almeida PSDBR$ 693 · 115 votosR$ 6,03
  • Robinho Sene SOLIDARIEDADER$ 693 · 176 votosR$ 3,94

Votos por real

  • 2016, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 240 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 166 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.