Carlão
Carlos Alves dos Reis · nasceu em 1964
Carlão se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlão declarou R$ 89,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- CarlãoR$ 89,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlão declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2 mil, 27% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sud Mennucci (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.13356,7%
- Outros candidatosR$ 86643,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.14257,1%
- ServiçosR$ 52626,3%
- Material impressoR$ 33216,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Sud Mennucci (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,1 por voto. Quem venceu, Lucas Ganga, gastou R$ 8,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 8,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anita Alves PTR$ 4 mil · 15 votosR$ 263
- Buteco CIDADANIAR$ 4,2 mil · 31 votosR$ 134
- Edinaldo Do Escritório PTR$ 9,5 mil · 164 votosR$ 58,1
- Pastor José Carlos PTR$ 4,2 mil · 93 votosR$ 44,7
- Elias PATRIOTAR$ 5,9 mil · 144 votosR$ 40,8
- Gustavo Do Raulino PHSR$ 6,4 mil · 259 votosR$ 24,9
- Pedrão Moreira MDBR$ 5,4 mil · 255 votosR$ 21,1
- Antonio Lisboa PDTR$ 4,5 mil · 221 votosR$ 20,4
- Zé Roberto Amigão PVR$ 4,7 mil · 335 votosR$ 14,1
- Máercio Branco CIDADANIAR$ 5,5 mil · 400 votosR$ 13,8
- Valéria Do Barroso MDBR$ 4,6 mil · 401 votosR$ 11,4
- Lucas Ganga PSDBR$ 4,1 mil · 460 votosR$ 8,96
Votos por real
- 2016, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.