Carlão
Carlos Roberto Modenezi · nasceu em 1962
Carlão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PP (2004), PT (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlão declarou R$ 131,5 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 58,7 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- CarlãoR$ 131,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlão declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Jaborandi (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 30381,4%
- Próprio bolsoR$ 6918,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jaborandi (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 36,7 por voto. Quem venceu, Juninho Do Sambinha, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 337; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sirlei PSDR$ 14 mil · 43 votosR$ 337
- Pedro Vieira PTR$ 9,3 mil · 82 votosR$ 113
- Toninho Dentista PSDR$ 13 mil · 194 votosR$ 65,8
- Du Marson PSDBR$ 6,4 mil · 109 votosR$ 58,4
- Julio Cardoso MDBR$ 8,8 mil · 210 votosR$ 42
- Carlão Junqueira PSDBR$ 6 mil · 148 votosR$ 40,8
- Pasquim CIDADANIAR$ 7,2 mil · 196 votosR$ 36,7
- Marise MDBR$ 10 mil · 280 votosR$ 36,2
- Arvão MDBR$ 5,8 mil · 170 votosR$ 33,9
- Jurandir PSDR$ 5,1 mil · 167 votosR$ 30,7
- Marcelo Do Ditão PPR$ 4,6 mil · 228 votosR$ 20
- Juninho Do Sambinha CIDADANIAR$ 5,8 mil · 427 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2012, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 202 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.