Apuração
Vereador · 2012 · PV

Carlão

Carlos Pereira de Carvalho · nasceu em 1953

Carlão se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2004CIDADANIA2012PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2002–2004), PV (2012).

Dep. estadualVereadorPartidoCIDADANIAPV200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PV 43100· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2004
    CIDADANIA 23100· centro
    não eleito
  3. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    CIDADANIA 23100· centro
    suplente4.475 votos; 274º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlão teve 4.475 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 274º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. São Francisco deu 91,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

4.475 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.475 votos.
  1. São Francisco (MG)4.084 votos91,3%
  2. Pintópolis (MG)65 votos1,5%
  3. Icaraí de Minas (MG)64 votos1,4%
  4. Montes Claros (MG)58 votos1,3%
  5. Belo Horizonte (MG)46 votos1%
  6. Outras 37 cidades59 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Carlão declarou R$ 483,8 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 483,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 220.800 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • CarlãoR$ 483,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 483,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Carlão declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado estadual · Minas Gerais · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 10,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 10,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,7 mil.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 7.10466,5%
  2. TransporteTudo de Posto Almeida E Freitas LtdaR$ 3.49232,7%
  3. EscritórioR$ 910,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2002

Mediana da disputa: R$ 19,9 por voto. Quem venceu, João Leite, gastou R$ 4,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,7; o mais barato, R$ 4,86.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 419 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.