Careca
Ademilson Pazini · nasceu em 1961
Careca se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2012), PHS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Careca declarou R$ 190,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 39,6 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- CarecaR$ 190,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Careca declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Nhandeara (SP) · PHS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 81060,8%
- Próprio bolsoR$ 48636,5%
- Outros candidatosR$ 362,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 97273%
- Material impressoR$ 19814,8%
- ServiçosR$ 16212,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Nhandeara (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 14,7 por voto. Quem venceu, Zé Antonio, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 127; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Paula (Paulinha) PSBR$ 2,9 mil · 23 votosR$ 127
- Laci PHSR$ 7,2 mil · 172 votosR$ 41,9
- Marcão PSBR$ 2,8 mil · 73 votosR$ 38,2
- Paulinho Serezine MDBR$ 2,8 mil · 134 votosR$ 21,3
- Anézio Góis PPR$ 2,8 mil · 165 votosR$ 17,2
- Fernandinho Milaré PTBR$ 2,1 mil · 131 votosR$ 16,1
- Primo PSBR$ 2,3 mil · 157 votosR$ 14,7
- Batatinha Do Ônibus PSBR$ 3,2 mil · 218 votosR$ 14,5
- Silas Marcelino PVR$ 3,6 mil · 265 votosR$ 13,6
- Jorge Alberto Amado MDBR$ 2,7 mil · 236 votosR$ 11,3
- Braizim PSDBR$ 3,6 mil · 329 votosR$ 10,8
- Zé Antonio PSBR$ 2,5 mil · 236 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2016, vereador: 184 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 229 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.