Cardosinho
Alberi Cleofas Cardoso · nasceu em 1965
Cardosinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2012–2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cardosinho declarou R$ 17,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 7.814 acima da inflação.
Declarou 25% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- CardosinhoR$ 17,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Cardosinho declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Agudo (RS) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Agudo (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 14,1 por voto. Quem venceu, Alexandre Neu, gastou R$ 4,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 4,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Aline Galdino REPUBLICANOSR$ 6,2 mil · 35 votosR$ 178
- Eliane Costa PTR$ 3,5 mil · 20 votosR$ 176
- Maria Ro PSDBR$ 7,7 mil · 132 votosR$ 58
- Professor Mauro PSDBR$ 8 mil · 172 votosR$ 46,4
- Mara Mayer Dumke PPR$ 4,4 mil · 245 votosR$ 17,8
- Djavan Oestreich MDBR$ 7,4 mil · 426 votosR$ 17,3
- Dario Elio Schuller PDTR$ 4,1 mil · 293 votosR$ 14,1
- Professora Luciara De Lima PPR$ 4,4 mil · 320 votosR$ 13,7
- Bode Vereador PPR$ 4,4 mil · 394 votosR$ 11,1
- Pato Niemeier PLR$ 3,2 mil · 325 votosR$ 9,95
- Graci Barchet PLR$ 5,9 mil · 880 votosR$ 6,71
- Alexandre Neu PTR$ 3,2 mil · 675 votosR$ 4,76
Votos por real
- 2020, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 249 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.