Caram Assad
Caram Calil Mota Assad · nasceu em 1981
Caram Assad se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSD (2012–2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Caram Assad declarou R$ 421,5 mil em bens, em reais de hoje: 73 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 292,2 mil acima da inflação.
Declarou 73 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- Caram AssadR$ 421,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Travessa são pedroR$ 158 milCasa
- 75.000 Quotas de participação no capital social da empresa…R$ 107,7 milQuotas ou quinhões de capital
- Lote urbano com edificação posto de gasolinaR$ 79 milOutros bens imóveis
- Fiat uno - 2015R$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote urbano - travessa são pedro - bonitoR$ 28,7 milTerreno
- Motocicleta honda bizR$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Aplicação renda fix banparáR$ 2.025Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Caram Assad declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bonito (PA) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.95382,8%
- Próprio bolsoR$ 1.03017,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.01278%
- OutrosR$ 84922%
Quanto custou cada voto: vereador, Bonito (PA), 2020
Caram Assad: R$ 15 por voto (mediana da disputa, R$ 9,31). Quem venceu, Jaelson Lopes, gastou R$ 3,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 859; o mais barato, R$ 3,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Caram Assad. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Lurian PTBR$ 6 mil · 7 votosR$ 859
- Valcilene PTBR$ 6 mil · 10 votosR$ 601
- Zelia PTBR$ 6,4 mil · 91 votosR$ 70,1
- Tielma PTBR$ 6 mil · 92 votosR$ 65,4
- Caram Assad PLR$ 3,9 mil · 257 votosR$ 15
- Francisco REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 258 votosR$ 11
- Iran Rocha AVANTER$ 3,6 mil · 383 votosR$ 9,31
- Silvia Assad PTBR$ 6,1 mil · 757 votosR$ 8,06
- Marcos Trairinha AVANTER$ 3,4 mil · 526 votosR$ 6,46
- Chico Corsino REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 222 votosR$ 6,37
- Sinesio AVANTER$ 2,1 mil · 358 votosR$ 5,93
- Jaelson Lopes PTBR$ 2,1 mil · 558 votosR$ 3,70
Votos por real
- 2020, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.