Apuração
Deputado federal · 2010 · PRTB

Capitao Saulo

Saulo Rodrigues da Costa · nasceu em 1966

Capitao Saulo se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PV2008AGIR2010PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PV (2006), AGIR (2008), PRTB (2010).

Dep. federalVereadorPartidoPVAGIRPRTB200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 43 anos, superior completo, bombeiro militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    PRTB 2882· direita
    suplente1.381 votos; 279º mais votado de 524 no estado
  2. 2008
    AGIR 36193· centro-direita· na urna, Capitão Saulo
    suplente
  3. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PV 4305· centro-esquerda· na urna, Capitão Saulo
    suplente2.199 votos; 243º mais votado de 528 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Capitao Saulo teve 1.381 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 279º lugar entre 524 candidatos.

Recebeu votos em 64 cidades. Belo Horizonte deu 52,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

1.381 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.381 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)724 votos52,4%
  2. Contagem (MG)193 votos14%
  3. Ibirité (MG)69 votos5%
  4. Ipatinga (MG)61 votos4,4%
  5. Betim (MG)41 votos3%
  6. Outras 49 cidades95 votos6,9%
As outras 1 eleições para deputado
2.199 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.199 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)935 votos42,5%
  2. Contagem (MG)388 votos17,6%
  3. Governador Valadares (MG)89 votos4%
  4. Ipatinga (MG)60 votos2,7%
  5. Ibirité (MG)58 votos2,6%
  6. Outras 97 cidades393 votos17,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Capitao Saulo declarou R$ 509,4 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 54,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 509,4 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 206.000 na declaração)

Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2010.

  • Capitao SauloR$ 509,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 171,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 509,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Casa no bairro mangueiras em belo horizonteR$ 296,7 mil
    Casa
  2. Situio no municipio de galileia MGR$ 148,4 mil
    Terreno
  3. Fiat unoR$ 51,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. MotoR$ 7.418
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Lote em juatuba MGR$ 4.945
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Capitao Saulo declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 25 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado federal · Minas Gerais · PRTB · suplente

De onde veio

R$ 12 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.15459,5%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 2.68822,4%
  3. PartidoTudo de Diretório Estadual/DistritalR$ 2.17518,1%

Para onde foi

R$ 12 mil
O maior gasto foi com outros: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Realce Comunicação Visual.-MeR$ 4.88740,7%
  2. PessoalR$ 1221%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 52,3 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 19,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 19,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 115 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 174 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.