Cândido Gomes do Jornal
Candido de Matos Gomes · nasceu em 1982
Cândido Gomes do Jornal se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PODE.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · ParanáPODE 19789· direita· na urna, Cândido Gomes - do Jornalnão eleito1.041 votos; 317º mais votado de 738 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Cândido Gomes do Jornal teve 1.041 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 317º lugar entre 738 candidatos.
Recebeu votos em 26 cidades. Reserva deu 88,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cândido Gomes do Jornal declarou R$ 73,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 51,5 mil acima da inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Cândido Gomes do JornalR$ 73,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cândido Gomes do Jornal declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 10 mil, 77% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Reserva (PR) · PODE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 40569,3%
- Material impressoR$ 18030,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Reserva (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,6 por voto. Quem venceu, Fernando Hornung, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,9; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Investigador Brasil PPR$ 14 mil · 194 votosR$ 69,9
- Yuri Hornung DEMR$ 12 mil · 288 votosR$ 40,2
- Ernani PSDBR$ 13 mil · 402 votosR$ 32,1
- Paginho PTBR$ 15 mil · 518 votosR$ 28,5
- Dr Arlindo Lima AVANTER$ 14 mil · 481 votosR$ 28,5
- Zé Roberto PSBR$ 13 mil · 464 votosR$ 27,7
- Luiz Do Neto PSCR$ 17 mil · 720 votosR$ 23,6
- Professora Regiane PROSR$ 12 mil · 595 votosR$ 20,6
- Aleixo Lopata SOLIDARIEDADER$ 15 mil · 796 votosR$ 18,9
- Alceu Vosniak PROSR$ 15 mil · 866 votosR$ 17,1
- Carlos Do Jjg PROSR$ 15 mil · 1.012 votosR$ 15
- Fernando Hornung PPR$ 16 mil · 1.160 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2016, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 102 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.