Camilo
Sebastião Camilo de Carvalho · nasceu em 1961
Camilo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Camilo declarou R$ 335,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 243,7 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- CamiloR$ 335,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Camilo declarou ao TSE R$ 255 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 243 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pouso Alegre (MG) · PT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pouso Alegre (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 35,4 por voto. Quem venceu, Leandro Morais, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 671; o mais barato, R$ 7,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vanessa REDER$ 14 mil · 21 votosR$ 671
- Marcos Aurélio PTR$ 14 mil · 100 votosR$ 141
- Dr Edson CIDADANIAR$ 68 mil · 946 votosR$ 72,1
- Rafael Huhn Feijão REDER$ 17 mil · 241 votosR$ 70,3
- Olavo Do Gaz PTBR$ 18 mil · 272 votosR$ 67,8
- Tony Mariosa O Construtor PPR$ 25 mil · 608 votosR$ 41,9
- Prof Marileia Do Monsenhor PTBR$ 19 mil · 537 votosR$ 35,4
- Dr. José Walter - Delegado DEMR$ 15 mil · 548 votosR$ 27,4
- Dulcinéia Costa PVR$ 14 mil · 518 votosR$ 27,3
- Igor Tavares PSDBR$ 20 mil · 1.273 votosR$ 15,5
- Gilberto Barreiro PPR$ 16 mil · 1.479 votosR$ 10,7
- Leandro Morais PSDBR$ 18 mil · 2.321 votosR$ 7,86
Votos por real
- 2020, prefeito: 5,4 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.