Apuração
Vereador · 2016 · PV

Camarada Leto

Jose Walter Xavier · nasceu em 1950

Camarada Leto se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PCB2012PCB2016PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PCB (2010–2012), PV (2016).

GovernadorPrefeitoVereadorPartidoPCBPV2010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, até o fundamental, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Natal (RN)
    PV 43666· centro
    não eleito
  2. 2012
    Prefeito · Parnamirim (RN)
    PCB 21· esquerda
    não eleito251 votos, 0,3%
  3. 2010
    Governador · Rio Grande do Norte
    PCB 21· esquerda
    não eleito2.078 votos, 0,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Camarada Leto declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 577,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 97,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.

  • Camarada LetoR$ 97,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 97,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Camarada Leto declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 2,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Natal (RN) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 134
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 134
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Natal (RN), 2016

Mediana da disputa: R$ 35,7 por voto. Quem venceu, Raniere Barbosa, gastou R$ 19,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,2; o mais barato, R$ 17,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 7 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 103 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2010, governador: 1.012 votos por R$ 1.000, 9,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.