Cal Ferraz
Claudemir José Ferraz · nasceu em 1981
Cal Ferraz se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2008), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, ensino médio, trabalhador rural. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cal Ferraz declarou R$ 866,2 mil em bens, em reais de hoje: 40 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 770,5 mil acima da inflação.
Declarou 40 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Cal FerrazR$ 866,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cal Ferraz declarou ao TSE R$ 541 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 343.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Albertina (MG) · AVANTE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Albertina (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 20 por voto. Quem venceu, Leandro Do Dito Rosa, gastou R$ 7,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 722; o mais barato, R$ 7,28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Telma PODER$ 722 · 1 votosR$ 722
- Adriana Bertucci PSDBR$ 722 · 2 votosR$ 361
- Ana Lucia Amaro PSDBR$ 3,5 mil · 13 votosR$ 272
- Sara Do Marquinho PSDBR$ 722 · 10 votosR$ 72,2
- Felipe Sanches PSDBR$ 2,2 mil · 71 votosR$ 30,9
- Patrícia Teixeira PSDR$ 1,5 mil · 57 votosR$ 27,1
- Tonhão PSDR$ 941 · 47 votosR$ 20
- Ivan PODER$ 1,7 mil · 87 votosR$ 19,7
- Waldir Lima PODER$ 1,1 mil · 86 votosR$ 13
- Carlão AVANTER$ 885 · 85 votosR$ 10,4
- Policeni PODER$ 742 · 73 votosR$ 10,2
- Leandro Do Dito Rosa PSDBR$ 750 · 103 votosR$ 7,28
Votos por real
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.