Caju
Emil de Castro Caliri · nasceu em 1977
Caju se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AGIR (2012), PSDB (2016–2020), DC (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Caju declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Caju declarou ao TSE R$ 813 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 704, 69% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itapiranga (AM) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 48669%
- PessoasR$ 16223%
- PartidoR$ 578%
Para onde foi
- ServiçosR$ 64892%
- Material impressoR$ 578%
Quanto custou cada voto: vereador, Itapiranga (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 58,7 por voto. Quem venceu, Doutor Roberto Góes, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 367; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Irley Do Uatuma PSDR$ 7,3 mil · 20 votosR$ 367
- Antonilson Do Projeto Do Mel PROSR$ 8,5 mil · 103 votosR$ 82,5
- Roberto Martins PROSR$ 9,1 mil · 125 votosR$ 72,7
- Emiliana Pinho PROSR$ 8,2 mil · 114 votosR$ 72
- Paulo Pisapao PROSR$ 6,4 mil · 104 votosR$ 61,6
- Professor Armando PSCR$ 7 mil · 119 votosR$ 58,7
- Moises Santos PRTBR$ 4,9 mil · 105 votosR$ 46,9
- Max Neves PTR$ 4,3 mil · 113 votosR$ 38,1
- Tinão Souza MOBILIZAR$ 4,3 mil · 126 votosR$ 34,5
- Michel Serrao DEMR$ 9,3 mil · 302 votosR$ 30,9
- Doutor Roberto Góes PRTBR$ 7,8 mil · 376 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.