Caizonga Wagner
Oscar Atalibio Borba Wagner Filho · nasceu em 1961
Caizonga Wagner se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PDT (2008), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Caizonga Wagner declarou R$ 28,3 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 26% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Caizonga WagnerR$ 28,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Caizonga Wagner declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,1 mil, 18% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Arambaré (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 85875,6%
- Fundo partidárioR$ 20618,1%
- Próprio bolsoR$ 716,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 85875,6%
- Material impressoR$ 27724,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Arambaré (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,6 por voto. Quem venceu, Márcia Bischoff, gastou R$ 17,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 17,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leandro PSDBR$ 3,4 mil · 19 votosR$ 178
- Zeze Mendes MDBR$ 3,2 mil · 19 votosR$ 166
- Sandro Stropp MDBR$ 5 mil · 69 votosR$ 71,8
- Alcioni Lopes MDBR$ 5,2 mil · 95 votosR$ 54,5
- Adão Cezar MDBR$ 5,9 mil · 112 votosR$ 52,4
- Flavio Nego PDTR$ 3,5 mil · 72 votosR$ 48,5
- Eduardo PTR$ 3,4 mil · 81 votosR$ 42,6
- Zeca Fagundes MDBR$ 2,9 mil · 97 votosR$ 30,3
- Marizeti PSDBR$ 3,4 mil · 128 votosR$ 26,2
- Glédison PSDBR$ 3,5 mil · 136 votosR$ 25,5
- Gerson Ribeiro MDBR$ 3,4 mil · 186 votosR$ 18,3
- Márcia Bischoff PSBR$ 3 mil · 174 votosR$ 17,1
Votos por real
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.