Apuração
Vereador · 2020 · DEM

Caio Miranda Carneiro

nasceu em 1982

Caio Miranda Carneiro se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSB2018PSB2020DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSB (2016–2018), DEM (2020).

Dep. federalVereadorPartidoPSBDEM201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · São Paulo (SP)
    DEM 25111· direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado federal · São Paulo
    PSB 4011· centro-esquerda
    suplente18.302 votos; 178º mais votado de 1.483 no estado
  3. 2016
    Vereador · São Paulo (SP)
    PSB 40456· centro-esquerda
    suplente23.459 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Caio Miranda Carneiro teve 18.302 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 178º lugar entre 1.483 candidatos.

Recebeu votos em 412 cidades. São Paulo deu 55,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,5%.

18.302 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 18.302 votos.
  1. São Paulo (SP)10.178 votos55,6%
  2. Carapicuíba (SP)710 votos3,9%
  3. Santo André (SP)367 votos2%
  4. Mauá (SP)359 votos2%
  5. Guarulhos (SP)305 votos1,7%
  6. Outras 397 cidades4.658 votos25,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Caio Miranda Carneiro declarou R$ 83,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2018 e 2020, o total subiu R$ 82,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 83,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 58.266 na declaração)

Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Caio Miranda CarneiroR$ 83,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 83,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Dinheiro em espécieR$ 28,7 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Aplicação no banco nubankR$ 28,6 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. Bicicleta eletricaR$ 17,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Saldo no banco itauR$ 3.516
    Conta corrente no país
  5. Saldo no banco santanderR$ 2.097
    Conta corrente no país
  6. Saldo banc o caixa economica federalR$ 1.725
    Conta corrente no país
  7. Saldo no banco santanderR$ 1.438
    Caderneta de poupança
  8. Saldo banco nubankR$ 368
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Caio Miranda Carneiro declarou ao TSE R$ 731 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 378 mil, 1,9% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · São Paulo (SP) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 377,6 mil
1,9% veio de fundos públicos; 24 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 377,6 mil.
  1. Pessoas24 pessoas, não nomeadasR$ 215,9 mil57,2%
  2. PartidoTudo de Democratas Sao Paulo Sp MunicipalR$ 142,8 mil37,8%
  3. VaquinhaR$ 8.3192,2%
  4. Fundo partidárioR$ 7.3581,9%
  5. Próprio bolsoR$ 3.2200,9%

Para onde foi

R$ 346,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 346,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 48,1 mil13,9%
  2. ServiçosR$ 15,1 mil4,3%
  3. OutrosR$ 4670,1%

Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 35,5 por voto. Quem venceu, Roberto Tripoli, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 437; o mais barato, R$ 19.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 79 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 233 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.