Caio
Caio Barbosa da Cruz · nasceu em 1996
Caio se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSOL (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 28 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Caio declarou R$ 69,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- CaioR$ 69,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Caio declarou ao TSE R$ 880 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 597.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Monções (SP) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 30651,3%
- Outros candidatosR$ 29148,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 37863,4%
- ServiçosR$ 21936,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Monções (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 15,3 por voto. Quem venceu, Fabiano Do Escritório, gastou R$ 9,60 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,5; o mais barato, R$ 8,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pastor João PSDBR$ 291 · 6 votosR$ 48,5
- Erica Da Reciclagem PSBR$ 291 · 8 votosR$ 36,4
- Eder Gago PSBR$ 291 · 10 votosR$ 29,1
- Pretinha MDBR$ 291 · 12 votosR$ 24,2
- Paulo Nogueira PSDBR$ 291 · 15 votosR$ 19,4
- Lucas Bizze PSDBR$ 291 · 19 votosR$ 15,3
- Kelia PSDBR$ 291 · 20 votosR$ 14,5
- Zé Do Vale PSDBR$ 291 · 25 votosR$ 11,6
- Fabiano Do Escritório PSBR$ 892 · 93 votosR$ 9,60
- Bruno Marques PSBR$ 291 · 36 votosR$ 8,08
Votos por real
- 2020, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.