Café
Edison de Oliveira Costa · nasceu em 1972
Café se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: DEM (2012), PSDB (2016–2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, ensino médio, motorista particular, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Café declarou R$ 15,3 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 47% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- CaféR$ 15,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Café declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio das Pedras (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Rio das Pedras (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,5 por voto. Quem venceu, Nivaldo Do Deposito, gastou R$ 3,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 3,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Diva Nascimento PTR$ 1,7 mil · 13 votosR$ 134
- Baixinho Da Reciclagem PTR$ 3 mil · 25 votosR$ 120
- Josue Pintor PTR$ 1,8 mil · 25 votosR$ 72,1
- Diego De Sá PTR$ 1,7 mil · 49 votosR$ 35,6
- Dr Thiago Vieira PVR$ 15 mil · 447 votosR$ 33,4
- Toquinho PTR$ 1,7 mil · 70 votosR$ 24,6
- Vanessa Botam PVR$ 8,9 mil · 538 votosR$ 16,5
- Vanessa Canela PTR$ 1,7 mil · 129 votosR$ 13,3
- Dr Fernando DEMR$ 3,7 mil · 286 votosR$ 13,1
- Max Prestes PSLR$ 2,4 mil · 362 votosR$ 6,75
- Edison Marconato PSDBR$ 3,4 mil · 610 votosR$ 5,62
- Nivaldo Do Deposito PSDBR$ 3,2 mil · 1.039 votosR$ 3,08
Votos por real
- 2016, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.