Apuração
Deputado federal · 2018 · PSOL

Cacique Rondon

Milton Jorge Turi Rondon · nasceu em 1955

Cacique Rondon se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010DC2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DC (2010), PSOL (2018).

Dep. federalDep. estadualPartidoDCPSOL20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 63 anos, ensino médio, cor indígena. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Mato Grosso
    PSOL 5015· esquerda
    não eleito1.304 votos; 73º mais votado de 110 no estado
  2. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso
    DC 27890· direita
    suplente458 votos; 159º mais votado de 226 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Cacique Rondon teve 1.304 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 73º lugar entre 110 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Juína deu 9,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,8%.

1.304 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.304 votos.
  1. Juína (MT)126 votos9,7%
  2. Cuiabá (MT)109 votos8,4%
  3. Peixoto de Azevedo (MT)87 votos6,7%
  4. Comodoro (MT)87 votos6,7%
  5. Paranatinga (MT)84 votos6,4%
  6. Outras 46 cidades316 votos24,2%
As outras 1 eleições para deputado
458 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 458 votos.
  1. Rondonópolis (MT)95 votos20,7%
  2. Peixoto de Azevedo (MT)63 votos13,8%
  3. Santa Terezinha (MT)56 votos12,2%
  4. Cuiabá (MT)42 votos9,2%
  5. Porto Esperidião (MT)31 votos6,8%
  6. Outras 16 cidades32 votos7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Cacique Rondon declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Mato Grosso · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 7.250
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.250.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade (P-Sol)R$ 7.00396,6%
  2. Fundo partidárioR$ 2473,4%

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso, 2018

Mediana da disputa: R$ 46,3 por voto. Quem venceu, Juarez Costa, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 629; o mais barato, R$ 6,85.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.