Cacildo Ramos
Cacildo Ramos do Nascimento · nasceu em 1950
Cacildo Ramos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), PP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 61 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cacildo Ramos declarou R$ 77,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 14,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.
- Cacildo RamosR$ 77,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cacildo Ramos declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Bonópolis (GO) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Bonópolis (GO), 2012
Mediana da disputa: R$ 71,2 por voto. Quem venceu, Dioclecio, gastou R$ 27,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 333; o mais barato, R$ 27,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juca Inacio PLR$ 26 mil · 78 votosR$ 333
- Nenzinho PSDBR$ 6,8 mil · 71 votosR$ 96
- Vanin PSDBR$ 9,7 mil · 102 votosR$ 94,8
- Zué PTBR$ 6,8 mil · 75 votosR$ 90,3
- Rodrigo PSDBR$ 7,2 mil · 83 votosR$ 86,2
- Dodó PSCR$ 4,8 mil · 58 votosR$ 82,5
- Verinha DEMR$ 5 mil · 70 votosR$ 71,2
- Timbó PTBR$ 6,9 mil · 109 votosR$ 63,3
- Tunico PLR$ 5,8 mil · 93 votosR$ 61,9
- João Sanzone PPR$ 9,4 mil · 154 votosR$ 61,2
- Geneir Patriota PPR$ 5,5 mil · 140 votosR$ 39,5
- Dioclecio PTR$ 4,4 mil · 159 votosR$ 27,9
Votos por real
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.