Cacau Negão
Claudio José da Silva · nasceu em 1970
Cacau Negão se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 4 partidos: PRP (2008), PP (2016), PSDB (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cacau Negão declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cacau Negão declarou ao TSE R$ 9,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,8 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Japeri (RJ) · UNIÃO · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Japeri (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 187 por voto. Quem venceu, Mateus Ferraz, gastou R$ 55,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.273; o mais barato, R$ 55,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anna Ju Baldocchi PPR$ 86 mil · 38 votosR$ 2.273
- Aline Dos Predinhos PLR$ 38 mil · 52 votosR$ 736
- Leciane Von-Held PLR$ 98 mil · 195 votosR$ 502
- Faby Da Academia PC do BR$ 95 mil · 256 votosR$ 372
- Felipe Pit Stop PRDR$ 76 mil · 248 votosR$ 308
- Day Da Loteria PLR$ 38 mil · 154 votosR$ 248
- Pastor Tiago Souza PLR$ 46 mil · 244 votosR$ 187
- Charles Gonçalves PPR$ 53 mil · 543 votosR$ 98,2
- Timor PLR$ 35 mil · 386 votosR$ 90,6
- Ygor Braz PLR$ 89 mil · 1.124 votosR$ 79,5
- Luiz Henrique PTR$ 46 mil · 698 votosR$ 65,9
- Mateus Ferraz PTR$ 69 mil · 1.240 votosR$ 55,7
Votos por real
- 2016, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 226 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.