Cacau Malhano
Antonio Carlos Malhano · nasceu em 1957
Cacau Malhano se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: DC (2008), PRTB (2012), SOLIDARIEDADE (2016), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, ensino médio, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cacau Malhano declarou R$ 12,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 206,4 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cacau Malhano declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itaocara (RJ) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 14254,1%
- Fundo eleitoralR$ 12045,9%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Itaocara (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,47 por voto. Quem venceu, Liomar Cavalinho, gastou R$ 3,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 242; o mais barato, R$ 3,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Caisé PSOLR$ 3,4 mil · 14 votosR$ 242
- Andre Silva CIDADANIAR$ 4,1 mil · 30 votosR$ 137
- Celia Gonzaga PSOLR$ 2,9 mil · 81 votosR$ 36,2
- Miudinho PSOLR$ 2,3 mil · 79 votosR$ 29,4
- Breno Bilbo PATRIOTAR$ 2,8 mil · 191 votosR$ 14,6
- Reginaldo Catuaba PSDR$ 2,4 mil · 249 votosR$ 9,66
- Fabinho Camara CIDADANIAR$ 2,8 mil · 334 votosR$ 8,47
- Diego Cidade PSDR$ 3,2 mil · 471 votosR$ 6,82
- Rafael Ferreira PATRIOTAR$ 3,6 mil · 537 votosR$ 6,68
- Luciano Da Pit Stop CIDADANIAR$ 3 mil · 543 votosR$ 5,51
- Wanessa Gonzaga PSDR$ 2,5 mil · 561 votosR$ 4,44
- Liomar Cavalinho SOLIDARIEDADER$ 2,3 mil · 645 votosR$ 3,58
Votos por real
- 2016, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.