Maximino Beal - Busso
Maximino Beal · nasceu em 1954
Maximino Beal - Busso se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Maximino Beal - Busso declarou R$ 13 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 17,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 18% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Maximino Beal - BussoR$ 13 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Maximino Beal - Busso declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Valentim (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 64884,7%
- Outros candidatosR$ 688,9%
- Fundo partidárioR$ 496,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 32442,4%
- TransporteR$ 25933,9%
- Material impressoR$ 18123,7%
Quanto custou cada voto: vereador, São Valentim (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,5 por voto. Quem venceu, Valdir Remus, gastou R$ 5,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 71; o mais barato, R$ 5,31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cerli Rampanelli CIDADANIAR$ 1,1 mil · 16 votosR$ 71
- Marla PPR$ 2 mil · 36 votosR$ 54,2
- Gemelli PTR$ 2,5 mil · 59 votosR$ 42,3
- Nelio PTR$ 2,8 mil · 115 votosR$ 24,1
- Mônica Perondi Remus CIDADANIAR$ 1,8 mil · 82 votosR$ 21,6
- Ademir Baldo PTR$ 3,1 mil · 154 votosR$ 20,3
- Mari Paz PDTR$ 1,9 mil · 100 votosR$ 19,5
- Cristiano Pacheco CIDADANIAR$ 3 mil · 188 votosR$ 16,1
- Ferreira PPR$ 2,4 mil · 153 votosR$ 16
- Beto PSDBR$ 1,1 mil · 68 votosR$ 16
- Solange PPR$ 3,1 mil · 233 votosR$ 13,3
- Valdir Remus CIDADANIAR$ 1,1 mil · 205 votosR$ 5,31
Votos por real
- 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.