Burim
Luiz Carlos Soares Borim · nasceu em 1967
Burim se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PC do B (2008), PL (2012), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Burim declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 61 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 61 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- BurimR$ 2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Burim declarou ao TSE R$ 2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Miguelópolis (SP) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Miguelópolis (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 49,2 por voto. Quem venceu, André Do Serjão, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 28,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valmir Da Ceramica PTR$ 26 mil · 179 votosR$ 146
- Alcidia Costureira PTR$ 25 mil · 225 votosR$ 109
- Genesinho PLR$ 25 mil · 361 votosR$ 69,5
- Juninho Sineta PVR$ 38 mil · 653 votosR$ 57,9
- Eduardo Marra PPR$ 27 mil · 541 votosR$ 49,9
- Reinaldo Do Americano PTR$ 18 mil · 353 votosR$ 49,6
- Alceuzinho AVANTER$ 19 mil · 380 votosR$ 49,2
- Tadeu MDBR$ 16 mil · 337 votosR$ 46,8
- Matheus Da Assistência PSBR$ 20 mil · 475 votosR$ 42,6
- Joao Do Baianinho REPUBLICANOSR$ 17 mil · 515 votosR$ 33,8
- Marcio Do Jefão PPR$ 34 mil · 1.118 votosR$ 30,2
- André Do Serjão PVR$ 23 mil · 800 votosR$ 28,2
Votos por real
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.