Bulinha
Debora Pereira Barros · nasceu em 1940
Bulinha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), MOBILIZA (2008–2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 76 anos, até o fundamental, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Bulinha declarou R$ 173,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 93 mil acima da inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Bulinha declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 7,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Belém (AL) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 40576,9%
- Material impressoR$ 12123,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Belém (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,8 por voto. Quem venceu, Bolinha, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 711; o mais barato, R$ 27,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sônia PSDBR$ 7,8 mil · 11 votosR$ 711
- Cristiano Mateus PDTR$ 9,9 mil · 111 votosR$ 89,3
- Pastor Julio PHSR$ 11 mil · 130 votosR$ 82,5
- Pierre DEMR$ 7,2 mil · 89 votosR$ 80,6
- Braz PRPR$ 15 mil · 211 votosR$ 70,6
- Professor Carlos DEMR$ 7,6 mil · 177 votosR$ 43,2
- Gilza MDBR$ 7,6 mil · 178 votosR$ 42,8
- Kojac PTR$ 8,7 mil · 252 votosR$ 34,7
- Paraguai PSDBR$ 11 mil · 337 votosR$ 32
- Cleide Do Preto PSDBR$ 3,6 mil · 114 votosR$ 31,8
- Marcos Brandao MDBR$ 7,5 mil · 239 votosR$ 31,5
- Bolinha MDBR$ 5,2 mil · 189 votosR$ 27,7
Votos por real
- 2016, vereadora: 119 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 21 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 116 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.