Bruno Soares
Bruno Leonardo Araujo Soares · nasceu em 1979
Bruno Soares se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2008), PP (2012–2014), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 20142º suplente de senador · ParáPP 111· direitaNa chapa de Jefferson Limachapa não eleita741.427 votos da chapa
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Bruno Soares declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 47 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 902,4 mil acima da inflação.
Declarou 47 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Bruno SoaresR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um lote urbano com area de 300MTS2R$ 487,4 milTerreno
- Area de 300MTS2 localizado ao loteamento amazonia avenida…R$ 487,4 milTerreno
- Um lote urbano com area 360 MTS2R$ 48,7 milTerreno
- Veiculo fox combustivel gasolinaR$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Bruno Soares declarou ao TSE R$ 585 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 397 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Parauapebas (PA) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 39,7 mil72,5%
- Próprio bolsoR$ 15 mil27,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 30 mil54,9%
- TransporteR$ 12,6 mil23,1%
- PessoalR$ 11,4 mil20,8%
- EventosR$ 4760,9%
- EscritórioR$ 1570,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Parauapebas (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 98,2 por voto. Quem venceu, Elias Da Construforte, gastou R$ 66 por voto. O voto mais caro custou R$ 411; o mais barato, R$ 66.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ezio Boi Na Brasa DEMR$ 111 mil · 270 votosR$ 411
- Rocha Da Imobiliária PROSR$ 111 mil · 380 votosR$ 292
- Coutinho MDBR$ 195 mil · 1.068 votosR$ 182
- Juliana Santos PSDBR$ 146 mil · 927 votosR$ 157
- Antônio Neto PSBR$ 158 mil · 1.251 votosR$ 126
- Luiz Castilho PROSR$ 205 mil · 1.640 votosR$ 125
- Lobato Cidade Jardim PODER$ 128 mil · 1.304 votosR$ 98,2
- Braz PSDBR$ 270 mil · 2.893 votosR$ 93,4
- Pavão PSDBR$ 173 mil · 2.026 votosR$ 85,5
- Zacarias Marques PSDBR$ 240 mil · 2.963 votosR$ 81,2
- Horácio Martins PSDR$ 109 mil · 1.364 votosR$ 79,7
- Elias Da Construforte PSBR$ 144 mil · 2.186 votosR$ 66
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,4 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 5,7 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.