Apuração
Deputado estadual · 2018 · PRTB

Bruno Pedrosa

Bruno Pedrosa Leite · nasceu em 1979

Bruno Pedrosa disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PRTB: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,49← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPRTB2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 39 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PRTB 28001· direita
    suplente2.109 votos; 427º mais votado de 1.255 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Bruno Pedrosa teve 2.109 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 427º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 125 cidades. Belo Horizonte deu 36,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,7%.

2.109 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.109 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)774 votos36,7%
  2. Sabinópolis (MG)346 votos16,4%
  3. Araçaí (MG)145 votos6,9%
  4. Nova Lima (MG)117 votos5,5%
  5. Contagem (MG)58 votos2,8%
  6. Outras 110 cidades406 votos19,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Bruno Pedrosa declarou R$ 57,7 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 57,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 37.905 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.

  • Bruno PedrosaR$ 57,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 57,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Bruno Pedrosa declarou ao TSE R$ 5,4 mil em receitas, em reais de hoje, 3,9% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Minas Gerais · PRTB · suplente

De onde veio

R$ 5.415
3,9% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.415.
  1. Próprio bolsoR$ 5.20296,1%
  2. Fundo eleitoralR$ 2133,9%

Para onde foi

R$ 5.202
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.202. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.65931,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 405 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.