Bruno Nobre
Bruno Cunha Nobre · nasceu em 1990
Bruno Nobre se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 26 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Bruno Nobre declarou R$ 65,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2012.
- Bruno NobreR$ 65,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bruno Nobre declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jaguaribara (CE) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jaguaribara (CE), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,6 por voto. Quem venceu, Maze, gastou R$ 28,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 28,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleudania De Inês PTR$ 9,2 mil · 88 votosR$ 105
- Osmar Filho PPR$ 9,1 mil · 111 votosR$ 82,2
- Tarciso Dantas PDTR$ 22 mil · 358 votosR$ 60,9
- Livia Barreto PPR$ 12 mil · 202 votosR$ 60,8
- Delegado Granja PPR$ 11 mil · 180 votosR$ 58,3
- Pedrinho PPR$ 12 mil · 270 votosR$ 45
- Mathusalem Maia PPR$ 14 mil · 331 votosR$ 41,6
- Jucinete Cunha PPR$ 12 mil · 305 votosR$ 40,7
- Daniel PPR$ 13 mil · 332 votosR$ 38,4
- Neudo Cadarço PVR$ 13 mil · 347 votosR$ 37,7
- Gerrimar PPR$ 14 mil · 380 votosR$ 36,3
- Maze PPR$ 12 mil · 413 votosR$ 28,5
Votos por real
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.