Apuração
Vereador · 2020 · NOVO

Bruno Negri

nasceu em 1989

Bruno Negri disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Florianópolis (SC)), pelo NOVO: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoNOVO+0,68← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoNOVO2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 31 anos, superior completo, economista, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    NOVO 30100· direita
    suplente1.987 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Bruno Negri declarou R$ 634,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 634,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 442.000 na declaração)

Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.

  • Bruno NegriR$ 634,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 634,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Bruno Negri declarou ao TSE R$ 88 mil em receitas, em reais de hoje.

2020 · Vereador · Florianópolis (SC) · NOVO · suplente

De onde veio

R$ 88,4 mil
0% veio de fundos públicos; 44 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 88,4 mil.
  1. PessoasR$ 57,4 mil64,9%
  2. Próprio bolsoR$ 14,2 mil16%
  3. VaquinhaR$ 8.80010%
  4. PartidoR$ 6.6237,5%
  5. Outros candidatosR$ 1.4151,6%

Para onde foi

R$ 80,7 mil
O maior gasto foi com internet: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 80,7 mil.
  1. InternetR$ 43,2 mil53,5%
  2. Material impressoR$ 11,3 mil14%
  3. ServiçosR$ 11,1 mil13,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 7.4309,2%
  5. EscritórioR$ 4.8646%
  6. OutrosR$ 1.4151,8%
  7. PessoalR$ 1.3441,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Florianópolis (SC), 2020

Mediana da disputa: R$ 108 por voto. Quem venceu, Ed Pereira, gastou R$ 27,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.206; o mais barato, R$ 27,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Margarete DEMR$ 206 mil · 171 votosR$ 1.206
  • Everton Ribeiro PSCR$ 172 mil · 889 votosR$ 194
  • Israel Rocha PSBR$ 172 mil · 1.003 votosR$ 171
  • Coronel Marcio DEMR$ 271 mil · 1.661 votosR$ 163
  • Maria Da Graça DEMR$ 212 mil · 1.713 votosR$ 124
  • Marcos DEMR$ 116 mil · 1.073 votosR$ 108
  • Roseli Pereira DEMR$ 228 mil · 2.107 votosR$ 108
  • Luciano Formighieri PSDBR$ 114 mil · 1.423 votosR$ 80,1
  • Tânia Ramos PSOLR$ 107 mil · 1.581 votosR$ 67,6
  • Carla Ayres PTR$ 112 mil · 2.094 votosR$ 53,6
  • Manu Vieira NOVOR$ 117 mil · 3.522 votosR$ 33,3
  • Ed Pereira PSDBR$ 96 mil · 3.477 votosR$ 27,5

Votos por real

  • 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.