Apuração
Vereador · 2016 · PSOL

Bruno Meirinho

Bruno Cesar Deschamps Meirinho · nasceu em 1982

Bruno Meirinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,83← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSOL2010PSOL2012PSOL2016PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPSOL20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Curitiba (PR)
    PSOL 50050· esquerda
    não eleito
  2. 2012
    Prefeito · Curitiba (PR)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito8.878 votos, 0,9%
  3. 2010
    Deputado federal · Paraná
    PSOL 5005· esquerda
    não eleito1.946 votos; 127º mais votado de 265 no estado
  4. 2008
    Prefeito · Curitiba (PR)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito4.464 votos, 0,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Bruno Meirinho teve 1.946 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 127º lugar entre 265 candidatos.

Recebeu votos em 72 cidades. Curitiba deu 71,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.

1.946 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.946 votos.
  1. Curitiba (PR)1.387 votos71,3%
  2. Londrina (PR)145 votos7,5%
  3. Maringá (PR)39 votos2%
  4. Ponta Grossa (PR)36 votos1,8%
  5. São José dos Pinhais (PR)33 votos1,7%
  6. Outras 57 cidades143 votos7,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Bruno Meirinho declarou R$ 199,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 193,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 199,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 122.589 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.

  • Bruno MeirinhoR$ 199,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 199,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Apartamento financiado pela caixa econômicaR$ 125,9 mil
    Apartamento
  2. Carro renault sanderoR$ 37,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Carro VW polo financiadoR$ 19,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Conta bancária no banco do brasil situação em 31/12/16R$ 8.338
    Conta corrente no país
  5. Moto suzuki intruder 125 ccR$ 6.336
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Bruno meirinho consultoriaR$ 1.625
    Quotas ou quinhões de capital
  7. Conta poupança na caixa econômica federal situação em…R$ 93
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Bruno Meirinho declarou ao TSE R$ 126 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 66 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Curitiba (PR) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 16,4 mil
0% veio de fundos públicos; 16 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,4 mil.
  1. PessoasR$ 12,3 mil75,4%
  2. Outros candidatosR$ 2.40614,7%
  3. Próprio bolsoR$ 1.6199,9%

Para onde foi

R$ 18,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,3 mil.
  1. Material impressoR$ 9.73053,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 4.94027%
  3. ServiçosR$ 3.07616,8%
  4. EscritórioR$ 3241,8%
  5. PessoalR$ 2431,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2016

Mediana da disputa: R$ 54,2 por voto. Quem venceu, Cristiano Santos, gastou R$ 33,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 438; o mais barato, R$ 33,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 204 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 1.946 votos por R$ 1.000, 28 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 68 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.