Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Bruno de Ivanaldo

Mario Bruno Ferreira Maia · nasceu em 1980

Bruno de Ivanaldo se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PTB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PTB (2012), MDB (2016).

VereadorPartidoPTBMDB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Patu (RN)
    MDB 15666· centro-direita
    suplente294 votos
  2. 2012
    Vereador · Patu (RN)
    PTB 14666· centro-direita
    eleito275 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Bruno de Ivanaldo declarou R$ 13,1 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 13,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 6.000 na declaração)

Declarou 55% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2012.

  • Bruno de IvanaldoR$ 13,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 24,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 85,3 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 13,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Bruno de Ivanaldo declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Patu (RN) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 3.263
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.263.
  1. Próprio bolsoR$ 2.85887,6%
  2. Outros candidatosR$ 40512,4%

Para onde foi

R$ 3.238
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.238.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 1.37642,5%
  2. Material impressoR$ 97230%
  3. ServiçosR$ 89127,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Patu (RN), 2016

Mediana da disputa: R$ 29 por voto. Quem venceu, Resenildo Pé No Chão, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 185; o mais barato, R$ 18,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.