Apuração
Vereador · 2020 · PP

Bruno Dayrell

Bruno Pimenta Dayrell · nasceu em 1981

Bruno Dayrell disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Curvelo (MG)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, publicitário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Curvelo (MG)
    PP 11222· direita
    suplente409 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Bruno Dayrell declarou R$ 326,8 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 326,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 227.492 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Bruno DayrellR$ 326,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 326,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Caderneta de poupanca na caixa economica federalR$ 71,1 mil
    Caderneta de poupança
  2. Fiat linea absolute dualR$ 63,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Fiat linea absol. 1.8 dlR$ 58,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Auto GM prisma 1.4 max placa hel 1670 ano 2010 entrada r$…R$ 49 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. LCI santanderR$ 43,1 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. Fundos de investimento santanterR$ 22,6 mil
    Fundos de longo prazo e FIDC
  7. LCA santanderR$ 14,4 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  8. Conta poupanca banco santanderR$ 3.088
    Caderneta de poupança
  9. Aplicações renda fixa santanterR$ 942
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  10. Conta corrente na caixa economica federalR$ 274
    Conta corrente no país
  11. Participação de 0R$ 43
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Bruno Dayrell declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2020 · Vereador · Curvelo (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 4.231
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.231.
  1. Próprio bolsoR$ 3.77689,2%
  2. Outros candidatosR$ 45610,8%

Para onde foi

R$ 3.776
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Curvelo (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 29,8 por voto. Quem venceu, Duartinho, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 11,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.