Bruno da Catita
Bruno de Souza Duarte · nasceu em 1991
Bruno da Catita se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2016), PV (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 29 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Bruno da Catita declarou R$ 61,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 9.901 acima da inflação.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Bruno da CatitaR$ 61,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bruno da Catita declarou ao TSE R$ 1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 708.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Maravilhas (MG) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Maravilhas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 7,18 por voto. Quem venceu, Felix Fx, gastou R$ 1,54 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,5; o mais barato, R$ 1,54.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Danilo Do Coronel PSDBR$ 11 mil · 220 votosR$ 48,5
- Gustavo Da Ambulancia PSDBR$ 2,5 mil · 78 votosR$ 32,7
- Joao Robson Menininho PSDBR$ 2,2 mil · 86 votosR$ 25,4
- Arlindo AVANTER$ 3,3 mil · 248 votosR$ 13,1
- Mara De Sabina PVR$ 2 mil · 191 votosR$ 10,6
- Nadia De Nazi PSDBR$ 887 · 101 votosR$ 8,79
- Edson Bolão PVR$ 481 · 67 votosR$ 7,18
- Amarildo AVANTER$ 1,4 mil · 268 votosR$ 5,34
- Mariza De Inhô Paulo MDBR$ 1,4 mil · 257 votosR$ 5,34
- Lucas Da Farmacia PVR$ 1,1 mil · 350 votosR$ 3,05
- Mauricio Carteiro PSDBR$ 960 · 382 votosR$ 2,51
- Felix Fx PSDBR$ 410 · 267 votosR$ 1,54
Votos por real
- 2016, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.