Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSC

Bruno Calil

Bruno Calil Fonseca · nasceu em 1963

Bruno Calil se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSC2008PSC2010PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSC.

Dep. estadualVice-prefeitoPartidoPSC20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 47 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Goiás
    PSC 20600· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Vice-prefeito · Itaberaí (GO)
    PSC 11· direita
    vice na chapa
  3. 2002
    Deputado estadual · Goiás
    PSC 20600· direita
    suplente3.307 votos; 168º mais votado de 485 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Bruno Calil teve 3.307 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 168º lugar entre 485 candidatos.

Recebeu votos em 67 cidades. Itaberaí deu 59,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.

3.307 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.307 votos.
  1. Itaberaí (GO)1.976 votos59,8%
  2. Goiânia (GO)298 votos9%
  3. Itaguaru (GO)292 votos8,8%
  4. Taquaral de Goiás (GO)112 votos3,4%
  5. Inhumas (GO)92 votos2,8%
  6. Outras 52 cidades171 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Bruno Calil declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2010, o total caiu R$ 191,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,3 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 932.838 na declaração)

Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2010.

  • Bruno CalilR$ 2,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 148,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Duas glebas de terra com área total de 25 alqueiresR$ 1,4 mi
    Outros bens imóveis rural
  2. Uma gleba de terra com área de 15 alqueires e 57 litrosR$ 427,4 mil
    Outros bens imóveis rural
  3. Automovel mercedes E-320R$ 148,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Casa residencialR$ 123,6 mil
    Casa
  5. Casa residencialR$ 123,6 mil
    Casa
  6. Automóvel toyota corolaR$ 123,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.