Apuração
Vereador · 2020 · PV

Bruno Alves

Bruno Gomes Rezende Alves · nasceu em 1975

Bruno Alves se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPV+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012DEM2016PODE2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: DEM (2008–2012), PODE (2016), PV (2020).

VereadorPartidoDEMPODEPV2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Inhapim (MG)
    PV 43500· centro
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Inhapim (MG)
    PODE 19123· direita
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Inhapim (MG)
    DEM 25123· direita
    suplente366 votos
  4. 2008
    Vereador · Inhapim (MG)
    DEM 25123· direita
    suplente436 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Bruno Alves declarou R$ 314,7 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 239,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 314,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 219.065 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Bruno AlvesR$ 314,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 314,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Bruno Alves declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 18 mil, 0,3% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Inhapim (MG) · PV · suplente

De onde veio

R$ 5.573
77% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.573.
  1. Fundo eleitoralR$ 4.27176,6%
  2. Próprio bolsoR$ 1.01918,3%
  3. PessoasR$ 2835,1%

Para onde foi

R$ 1.019
O maior gasto foi com material impresso: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.019.
  1. Material impressoR$ 98496,5%
  2. OutrosR$ 353,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Inhapim (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 17,3 por voto. Quem venceu, Coquinho Batista, gastou R$ 7,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 7,46.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 214 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.