Bruno
Bruno Borges Medeiros · nasceu em 1989
Bruno se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PATRIOTA (2020), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 35 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · União de Minas (MG)SOLIDARIEDADE 77· centro-direitaNa chapa de Geova Tomazchapa eleita1.669 votos da chapa, 57,8%
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Bruno declarou R$ 2.913 em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 4.475, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Bruno declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · União de Minas (MG) · PATRIOTA · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.13283,8%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Reyton Cley Freitas Leal PrefeitoR$ 14911%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 715,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, União de Minas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,9 por voto. Quem venceu, Queixinho, gastou R$ 5,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 189; o mais barato, R$ 5,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alesandra PVR$ 1,1 mil · 6 votosR$ 189
- Deiber Santana PVR$ 3,8 mil · 28 votosR$ 135
- Ana Lucia PVR$ 1,1 mil · 13 votosR$ 87,1
- Rauquire Reis PATRIOTAR$ 1,1 mil · 29 votosR$ 39
- Sonia Ribeiro SOLIDARIEDADER$ 4,8 mil · 205 votosR$ 23,4
- Vandalice Leal PATRIOTAR$ 2,4 mil · 123 votosR$ 19,7
- Maria Do Elson PATRIOTAR$ 1,9 mil · 103 votosR$ 18,9
- Donizete Piteira PATRIOTAR$ 2 mil · 126 votosR$ 15,5
- Valdeir Da Paz PATRIOTAR$ 2,6 mil · 238 votosR$ 10,8
- Sergio Netto SOLIDARIEDADER$ 1,5 mil · 149 votosR$ 9,97
- Muller Medeiros PATRIOTAR$ 3 mil · 313 votosR$ 9,49
- Queixinho PATRIOTAR$ 1,4 mil · 246 votosR$ 5,89
Votos por real
- 2020, vereador: 228 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.