Bruno
Bruno Ramos da Silva · nasceu em 1981
Bruno se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2012), PTB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, até o fundamental, motoboy, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Bruno declarou R$ 8.765 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bruno declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Maraial (PE) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 81069,8%
- Material impressoR$ 32528,1%
- EscritórioR$ 242,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Maraial (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 18 por voto. Quem venceu, Mano Pantanal, gastou R$ 9,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 207; o mais barato, R$ 9,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mercia Da Igreja Catolica PTR$ 5,8 mil · 28 votosR$ 207
- Nal Totó PPR$ 3,9 mil · 101 votosR$ 38,5
- Geno To Pegado PATRIOTAR$ 4,2 mil · 128 votosR$ 32,9
- Joao Carlos PRPR$ 6,7 mil · 241 votosR$ 27,9
- Rosivaldo PTR$ 3,6 mil · 129 votosR$ 27,6
- Dimas Tur PTBR$ 4,7 mil · 220 votosR$ 21,3
- Carlinhos De Seu Rey PTBR$ 5,2 mil · 289 votosR$ 18
- Roberto De Corubas PPR$ 3,8 mil · 257 votosR$ 14,8
- Edvaldo Taxista PTBR$ 2,7 mil · 183 votosR$ 14,7
- Ronnie Laerte PSDR$ 3,4 mil · 276 votosR$ 12,3
- Irmão Eraldo De Sertãozinho PTBR$ 3,6 mil · 316 votosR$ 11,4
- Mano Pantanal SOLIDARIEDADER$ 4,6 mil · 463 votosR$ 9,97
Votos por real
- 2016, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.