Apuração
Prefeito · 2012 · PODE

Broder

Benedito Wilton de Morais · nasceu em 1954

Broder se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPODE−0,11← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2006PDT2008PSB2010PSB2012PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2004–2006), PSB (2008–2010), PODE (2012).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPDTPSBPODE20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, ensino médio, militar reformado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PODE 19· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSB 40633· centro-esquerda
    suplente2.311 votos; 368º mais votado de 1.514 no estado
  3. 2008
    Vice-prefeito · Rio das Ostras (RJ)
    PSB 15· centro-esquerda· na urna, Pastor Broder
    Na chapa de Carlos Augusto
    chapa eleita24.502 votos da chapa, 51,4%
  4. 2006
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PDT 1230· centro-esquerda
    suplente5.213 votos; 184º mais votado de 707 no estado
  5. 2004
    Vice-prefeito · Rio das Ostras (RJ)
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Pastor Brother
    Na chapa de Gelson Apicelo
    chapa não eleita11.661 votos da chapa, 45,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Broder teve 2.311 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 368º lugar entre 1.514 candidatos.

Recebeu votos em 54 cidades. Rio das Ostras deu 63,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,6%.

2.311 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.311 votos.
  1. Rio das Ostras (RJ)1.462 votos63,3%
  2. Casimiro de Abreu (RJ)152 votos6,6%
  3. Rio de Janeiro (RJ)142 votos6,1%
  4. São Gonçalo (RJ)141 votos6,1%
  5. Macaé (RJ)102 votos4,4%
  6. Outras 39 cidades124 votos5,4%
As outras 1 eleições para deputado
5.213 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 5.213 votos.
  1. Rio das Ostras (RJ)3.075 votos59%
  2. Rio de Janeiro (RJ)687 votos13,2%
  3. Casimiro de Abreu (RJ)351 votos6,7%
  4. Macaé (RJ)148 votos2,8%
  5. São Gonçalo (RJ)123 votos2,4%
  6. Outras 66 cidades365 votos7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Broder declarou R$ 311,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 257,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 311,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 142.000 na declaração)

Declarou 65% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2012.

  • BroderR$ 311,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 482,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 794 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 311,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Dinheiro em especíeR$ 109,6 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Cardeneta de poupança CEFR$ 92 mil
    Caderneta de poupança
  3. Empréstimo a benilton sábio de moraisR$ 76,7 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  4. Carro renault laguna ano 1995R$ 32,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Broder declarou ao TSE R$ 74 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 60 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Rio das Ostras (RJ) · PODE · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 9.423
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 9.423
O maior gasto foi com repasses: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.423.
  1. RepassesTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 6.71571,3%
  2. Material impressoTudo de M S Rosa Publicações E Impressos MeR$ 2.59927,6%
  3. EventosR$ 971%
  4. EscritórioR$ 110,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Rio das Ostras (RJ), 2012

Mediana da disputa: R$ 40,1 por voto. Quem venceu, Sabino, gastou R$ 63,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 288; o mais barato, R$ 8,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 39 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 1.078 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.