Branco do Ônibus
Nivaldo Serra Ribeiro · nasceu em 1969
Branco do Ônibus se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Branco do Ônibus declarou R$ 15,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 13,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Branco do ÔnibusR$ 15,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Branco do Ônibus declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Dirce Reis (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Dirce Reis (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Quati, gastou R$ 1,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,1; o mais barato, R$ 1,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados e 5 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Flávio Freitas PPR$ 1,1 mil · 12 votosR$ 91,1
- Gilberto REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 74 votosR$ 18,3
- Wendel Grigolin PPR$ 1,2 mil · 92 votosR$ 13
- Eduardo Da Bota PPR$ 98 · 60 votosR$ 1,64
- Quati PSDR$ 109 · 68 votosR$ 1,61
Votos por real
- 2020, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.